Mais de metade dos doentes oncológicos conhecem alterações genéticas ligadas ao cancro de mama
No entanto, apenas 27,9% dos doentes sabem que estas aumentam o risco de cancro de mama também no homem.
Segundo um estudo desenvolvido para o projeto 'saBeR mais ContA', uma iniciativa das associações Careca Power e Evita e das sociedades portuguesas de Genética Humana, Ginecologia, Oncologia e Senologia, apenas 32% sabem que as mulheres portadoras de mutações genéticas conseguem reduzir o risco de desenvolver cancro da mama e ovário através de cirurgias e outras medidas preventivas.
Em declarações à Lusa, o presidente da Sociedade Portuguesa de Senologia sublinha que, uma vez que as alterações do gene BRCA1 contribuem para 5 a 10% do total de cancros de mama, "é importante conhecer os portadores antes que a doença se manifeste porque assim se consegue diminuir o risco (...) e aumentar o prognóstico".
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