O debate sobre a legalização da prostituição em Portugal vai ser retomado esta quinta-feira à tarde no Parlamento, com a audição de Ana Loureiro, acompanhante de luxo e subscritora da petição que contou com mais de quatro mil assinaturas.
A petição defende que a prostituição seja considerada "uma profissão com descontos e regalias sociais como qualquer outro trabalho, e só desta forma, pela via legal, poderem laborar".
Depois da audição de Ana Loureiro falta decidir se a proposta sobe a plenário para discussão. Ana Loureiro disse esta quarta-feira ao CM que a única coisa que espera é "que sejam sensíveis ao tema como à avaliação atual".
"É iminente existir uma nova abordagem sobre a prostituição tornando-a legal". Esta sexta-feira, Ana será ouvida na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
"Há mulheres cada mais jovens, a iniciarem-se na prostituição. Se for legalizada será regulamentada. Pretendo que esta atividade seja proibida a menores de 21 anos, a mulheres que estejam ilegais no País e a punição de clientes que procurem prostitutas abaixo dos 21 anos, bem como quem as acolha nas suas casas", diz Ana.