O estado da Justiça
Há suspeitas fundadas de manipulação na atribuição de processos em recurso no Tribunal da Relação de Lisboa.
Há suspeitas fundadas de manipulação na atribuição de processos em recurso no Tribunal da Relação de Lisboa.
Imaginem o Rui Pinto, sozinho na sua cela, a tentar recompor as suas decisões e a escrever num diário o seu trajeto.
Chegaram esta semana a Portugal os primeiros casos de infeção pelo novo coronavírus.
A jornada 23 da Liga fica indelevelmente marcada pela ascensão do FC Porto ao topo da classificação.
Em escassos 24 dias a Liga sofreu (profunda) alteração que quase nenhum de nós previa.
Nasceram mais bebés em 2019. Mas a nossa taxa de fecundidade ainda é a mais baixa da Europa.
Admira-me que tão tardiamente se acorde para a crise na Justiça, para o caos na Saúde ou para a altíssima corrupção no futebol.
É possível que muita gente não se tenha apercebido da dimensão da gravidade de uma outra notícia.
Além do medo natural da propagação do vírus, Itália enfrenta agora o uso da epidemia com arma de arremesso político.
Naomi Seibt defende, no seu canal no YouTube, um conjunto de teses que são música celestial para os ouvidos de Trump.
A Direção da PSP decidiu comunicar de forma mais frequente e dar sempre nota das posições sobre as várias matérias aos polícias.
Coronavírus tem o perigo da novidade e, para já, da falta de antídoto.
Numa carta de 1955, Albert Camus escrevia que o seu romance ‘A Peste’ era uma alegoria do combate e da resistência contra o nazismo.
No discurso que fiz na abertura do ano judicial, alertei para as nuvens negras que se avizinhavam no setor da Justiça.
Não se justifica que o Estado esteja presente em todos os setores da economia.
Fez há dois anos um século da pneumónica, que matou mais gente do que a Primeira Guerra Mundial que então se combatia.
Circulou a notícia que dirigentes da Fenprof teriam tentado invadir uma reunião do conselho de ministros.