Hora certa para avançar
Contágios subiram, mas também há indicadores positivos.
Contágios subiram, mas também há indicadores positivos.
Hoje é um dia decisivo para o País. Serão tomadas medidas que afetam milhares de trabalhadores e empresas, e avaliada a abertura dos centros comerciais na Área Metropolitana de Lisboa.
Parece ser cada vez mais difícil entrar no reino dos céus – mas, em contrapartida, o reino da hipocrisia está de portas escancaradas.
A 4 de Maio, há 64 anos, Nikita Krutschev reconheceu oficialmente os crimes de Estaline, pai dos povos e lenda negra do comunismo.
O país vai ser inundado com muito, muito dinheiro, atirado dos céus pela UE.
Governar por raiva só podia acabar com o país colocado na antecâmara de um conflito civil.
Trocava de carros desportivos como quem mastigava pastilhas elásticas.
“A ferida aberta” do racismo sistémico nos Estados Unidos, como Joe Biden se referiu ao tema da morte de um cidadão afro-americano às mãos - ao joelho - de um polícia não vai sarar apenas com simples desejos de mudança.
A gestão da TAP tem que obedecer aos interesses estratégicos de Portugal.
Num estado de direito ninguém está acima da lei.
A razão que temos acabará por falar mais alto, seja de que forma for.
Outro dia, na TV, assisti a um espetáculo tenebroso: surfistas de ar blasé peroravam sobre leis, a bondade do governo e a necessidade de obedecer à DGS. Tremi.
O jornalista Jason Riley entrevista Roland Fryer, economista de Harvard e investigador do uso da força pela polícia americana. Falam da morte de George Floyd: é difícil afastar a emoção.
António Costa Silva acrescenta saber e experiência ao Governo.
Donald Trump está feliz com os distúrbios que percorrem a América porque estes lhe possibilitam identificar um adversário feroz e visível, alarmante, impopular – e regressar à campanha eleitoral, alimentando esperanças de a ganhar.
Um envelope-brinde levaria a sentir a Europa de forma mais feliz.
O polícia manteve o joelho oito minutos sobre a garganta do algemado, de bruços no chão, mas a morte de George Floyd, o suspeito, filmada para as redes sociais, não é caso raro nos EUA.