Rui Zink
Nem oito nem oitenta
Mas é isso mesmo que devemos fazer: ter calma. É assim que se salvam vidas, as dos outros e a nossa.
Mas é isso mesmo que devemos fazer: ter calma. É assim que se salvam vidas, as dos outros e a nossa.
Fosse eu dado a teorias da conspiração, perguntaria quem beneficia com o pandemónio que esta pandemia está a criar.
Invejar riquezas lá terá a sua razão de ser, mas o verdadeiro luxo para qualquer humano é o tempo.
O mais fascinante da semana não foi Marega, foi a maré boa que veio em resposta.
Por isso mesmo, a passar, a lei tem de ser séria. E, já agora, em nome da vida.
Sempre pensei que o facto de a mulher mais rica de África se chamar ‘dos Santos’ era uma coincidência.
No Meco, ao certo só o sobrevivente saberá o que aconteceu – as autoridades sabemos que chegaram tarde e a más horas.
Se uma das vítimas fosse nosso filho, o que desejaríamos para os criminosos? Nas primeiras horas, vingança.
O nivelamento de coisas graves com outras sem importância favorece sempre os bandidos.
A tecnologia que nos ia libertar afinal era uma ratoeira: aprisionou-nos na Matrix.
Estes são os reis magos deste Natal. Com uma vantagem sobre os totós do Belchior, do Melchior e do Gaspar: são reais.
Infelizmente, a liderança é uma das áreas com mais incompetentes. A culpa não é deles, foi da fraca educação.
Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu encontraram-se em Lisboa à porta fechada.
O fel e o amargor têm de sair cá para fora. Se for só por palavras, tanto melhor.
Ano após ano, a estrada é o campo de morte dos portugueses. Mas é um campo estranho, não convoca paixões.