Francisco Moita Flores
O medo
Perante a morte é difícil manter a lucidez. mesmo que a ameaça não seja objetiva.
Perante a morte é difícil manter a lucidez. mesmo que a ameaça não seja objetiva.
O alarmismo que se espalha pelo Mundo, por causa do coronavírus, é um encontro dos homens com o desconhecido.
O sistema voltou a dar uma grande ajuda ao Chega, provocando mais desiludidos.
Não tenho dúvidas de que o serviço nacional de saúde vai responder com eficácia.
Vejo a euforia persecutória contra Isabel dos Santos e nem acredito que possa haver tanta malvadez.
Esta fauna delicodoce que abunda nas putativas elites arrebata histerismos.
O povo regressa cabisbaixo e mais pobre a casa. O festim acabou e regressa a desilusão.
Lei especial para reprimir atos violentos é abuso próprio da cegueira corporativa.
Balanço do ano fica marcado por um aumento inusitado de assassinatos de mulheres.
Não existe pior dano para a liberdade democrática do que a censura, com os mais diferentes rostos e estratagemas.
Não é apenas mais uma miúda. é um mito, uma fala com este tempo de incerteza e de medo.
É a primeira vez que se vê centenas de pessoas a aplaudir o cortejo reivindicativo.