A antiga atriz Maria Vieira confessou que tinha deixado de fumar graças à militância no Chega.
Falar de François Mauriac é, hoje em dia, evocar uma velharia desaparecida há exatamente cinquenta anos.
A Dra. Joacine Katar Moreira propõe, num pequeno texto do Twitter, que "andar pra à frente [sic] significa mudanças e catarse e muito livro para corrigir".
A poesia do italiano Cesare Pavese está reunida num título nobre: ‘Trabalhar Cansa’, traduzido por Carlos Leite – são versos narrativos, de uma beleza raríssima, que tanto falam do silêncio como dos ciclos da vida inteira, do adeus e da partida, da comoção e das horas do dia.
Paul Strathern ensinou filosofia e matemática, mas também escreveu livros sobre história e ciência – não porque seja um acumulador de dados, mas porque explica bem as coisas, o que é uma vantagem rara hoje em dia.
Representar o conde Vronsky em ‘Anna Karenina’ ou ter o papel principal em ‘Macbeth’, pode ser magnífico para início de carreira – mas nada se compara a ser marido de Lana Turner em ‘Another Time, Another Place’ (1958).
A meio do estado de emergência, o concílio periódico de políticos pediu uma nova estratégia de comunicação para o boletim diário da DGS: nada de começar pelos números maus; em vez disso, valorizar os sucessos.
A monarquia e a cautela treinada de Juan Carlos, a par do desejo de prosperidade, trouxeram a democracia a Espanha.
O sistema atual visa fabricar mais ignorantes e mais relapsos em relação à tradição e à cultura.
Um pintor que assina estas obras está acima dos mortais e é o ponto mais luminoso da idade barroca e desse Século de Ouro.
Tolstoi admirava-o e considerava ‘Uma Vida’, o primeiro dos seus romances, um dos maiores monumentos da literatura francesa.
É verdade que tornara insuportáveis as cidades, mas é o preço a pagar por quem só tem essa indústria.