Deputada e marido faziam sexo com alguns dos 55 filhos adotivos
Flordelis é acusada de mandar matar o marido.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil
2 de Setembro de 2020 às 01:30
Uma testemunha ligada às investigações sobre o assassinato do pastor evangélico brasileiro Anderson do Carmo revelou que o religioso e a mulher, a deputada e também pastora Flordelis dos Santos, acusada na semana passada de mandar matá-lo, faziam sexo com vários dos 55 filhos adotivos.
“Era percetível que eles mantinham relações sexuais entre irmãos, entre pai e filhas, entre mãe e filhos. Isso era nítido, notório, e era inclusive contado pelos próprios”, disse à TV Globo a testemunha, que viveu vários anos com Flordelis, Anderson e os filhos naturais e adotivos do casal, falando sob anonimato por recear retaliações. A testemunha corrobora relatos de outras pessoas que conviviam com o casal e que revelaram que os dois pastores escolhiam entre os 55 filhos e filhas que tinham adotado em favelas aqueles com quem fariam sexo, e que os próprios irmãos se relacionavam sexualmente uns com os outros. A deputada terá chegado a oferecer uma das filhas a pastores estrangeiros que visitaram a casa.
A polícia, ao acusar na semana passada a deputada, disse que ela e o marido passaram as últimas horas de vida dele numa conhecida casa de troca de casais no Rio de Janeiro. Ao chegar a casa, Anderson foi morto com 30 tiros por alguns dos filhos adotivos, alegadamente a mando de Flordelis.
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